Os homossexuais portugueses, do sexo masculino, não podem ser dadores de sangue. Esta política foi assumida em documento enviado à presidência do Conselho de Ministros pelo Ministério da Saúde, que alega a necessidade de eliminar dadores com comportamentos de risco.
O presidente do Instituto Português de Sangue, Gabriel Olim, fez saber que “ser homossexual é um comportamento de risco”, mas não se trata de uma atitude de discriminação relativamente à orientação sexual.
A resposta do Ministério da Saúde deixou o deputado do Bloco de Esquerda, João Semedo – que havia levantado a questão - espantado e indignado, sublinhando que se trata de uma situação «inadmissível».
O deputado do BE já anteriormente tinha sido confrontado com a queixa de uma lésbica por ter sido impedida de doar sangue. João Semedo disse também não entender a diferença de tratamento entre homossexuais masculinos e femininos.
Homossexuais proibidos de doar sangue
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